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Quarenta e Mãe é um espaço de acolhimento, informação e histórias reais sobre maternidade, aberto a mães, tentantes e a todas que se conectam com o universo materno.

  • Entre emoções, descobertas e mudanças no corpo, cada fase da gestação revela uma experiência única e surpreendente.

    Caros leitores,
    Para quem está acompanhando minha história sobre a gestação perto dos 40 anos, neste capítulo quero compartilhar como foram alguns dos sintomas que senti no início e ao longo da gravidez.
    Nas primeiras semanas, tive leves cólicas — mais suaves do que as menstruais. Depois vieram os famosos enjoos, que curiosamente tinham horário certo para começar e terminar: todos os dias, das 18h à meia-noite. Apesar disso, eram tranquilos, não chegava a vomitar. O que mais me incomodava era um gosto amargo constante na boca.
    Felizmente, esses sintomas desapareceram por volta das 12 semanas.
    Outro ponto marcante foi o emocional. Ele realmente oscila bastante durante a gestação. No meu caso, eu me emocionava facilmente — chorava assistindo a um filme de ação ou até mesmo a uma reportagem na TV.
    Também senti muito sono. Dormia em qualquer lugar, até sentada! Era aquele sono gostoso, acompanhado de um leve cansaço físico.
    Falando assim, pode parecer muita coisa, mas, na verdade, são sintomas comuns que podem acontecer — ou não. Cada gestação é única. Como exemplo, minha irmã mais nova não teve praticamente nenhum dos sintomas que eu tive, e isso também é totalmente normal.
    Por volta das 20 semanas, recebi o diagnóstico de diabetes gestacional, feito pelo médico da UBS próxima à minha casa. A partir disso, precisei seguir rigorosamente uma alimentação equilibrada e medir a glicemia quatro vezes ao dia, já que meu filho, naquele momento, era considerado um bebê grande para a idade gestacional.
    Mesmo assim, posso dizer: vale a pena cada etapa e cada cuidado dessa jornada.
    Minha dica para outras mamães é: mantenha a calma ao receber um diagnóstico e siga corretamente as orientações médicas. Isso faz toda a diferença para que tudo corra bem, tanto para você quanto para o seu bebê.
    Sobre os desejos, vou ser bem sincera: nada muito fora do comum. Diferente de algumas histórias curiosas que já ouvi, como vontade de sentir gosto de barro, meus desejos foram simples — um sorvete, uma esfiha de carne, uma pizza de um lugar específico… nada além disso.
    Enfim, essas foram algumas das minhas experiências. Fico muito feliz em poder compartilhá-las com vocês.
    Até o próximo post! 💜
    Texto: Luana Miguel

  • Caros leitores, vamos para mais um capítulo da minha experiência como mãe.
    Hoje quero compartilhar como foi o início da minha gestação — já quase aos 40 anos — e a decisão que tomei de viver esse momento de forma mais silenciosa.
    Como já contei sobre a descoberta, agora chegou a hora de falar sobre como foi dividir essa notícia com as pessoas que amo. Naquele momento, eu ainda não sabia o sexo do bebê… mas esse é um assunto para um dos próximos capítulos.
    Entre contar e esperar
    Eu estava grávida. E, mesmo assim, escolhi o silêncio.
    Esperei os famosos três meses para compartilhar a notícia. Não por superstição, mas por cautela. Por respeito ao meu tempo, aos meus sentimentos e à fase tão delicada que é o início da gestação.
    Cada mulher vive esse momento de um jeito. Algumas querem contar ao mundo. Outras preferem dividir apenas com pessoas próximas. E há aquelas que, como eu, escolhem a discrição.
    E está tudo bem.
    O momento que mudou tudo
    No meu caso, esperei até o primeiro ultrassom, por volta de 7 semanas, para ter a confirmação de que estava tudo bem.
    E então veio aquele som…
    O coração do meu bebê.
    Foi, sem dúvida, o som mais lindo da minha vida.
    A cada exame, uma emoção diferente. Ver a evolução do meu filho semana após semana, perceber minha barriga crescendo…
    E quando senti, pela primeira vez, ele se mexendo dentro de mim — algo que parecia pequenos espasmos, como um leve tremor — até se transformar nos primeiros chutinhos.
    Sensações que palavras quase não conseguem explicar.
    Entre superstição e cautela, eu escolhi respeitar o meu tempo.
    Até a próxima publicação 💛
    Texto: Luana Miguel



  • Vou compartilhar com vocês, caros leitores, como foi a minha reação ao descobrir que estava grávida aos 39 anos, sem planejamento e de forma completamente natural.


    Sempre fui daquelas mulheres que acreditavam que talvez não fossem casar ou ter filhos, por não terem encontrado um parceiro até certa altura da vida.


    Mas o meu destino mudou completamente aos 33 anos, quando conheci meu esposo — com quem hoje compartilho uma vivência incrível e emocionante.


    Quando estávamos prestes a completar 7 anos juntos, recebemos o maior presente e amor que poderíamos construir: a oportunidade de aumentar a nossa família.


    Como nos tornamos três


    Gosto de usar números, pois eles fazem parte da minha história.


    Sempre tive uma vida saudável, com boa alimentação e algumas práticas de exercícios. Acredito que isso tenha influenciado na naturalidade da concepção.


    A vida tem seu ciclo perfeito, e meu filho veio no momento mais maduro da minha jornada.


    Minha menstruação nunca atrasava… até que, em março de 2026, aconteceu o inesperado.


    Eu disse ao meu esposo:
    “Olha, estou atrasada pela primeira vez… isso pode significar que estou grávida.”


    E vocês não vão acreditar: dias antes, sonhei que estava grávida de um menino — e até o nome apareceu no sonho. Mas isso vou deixar para contar em outro momento.


    Voltando ao teste… o meu “sim” veio exatamente no dia 1º de abril — o famoso Dia da Mentira.


    Mas não havia mentira alguma ali.


    Aquele teste revelou que eu estava gerando o maior amor da minha vida: meu filho.


    Para quem sempre disse que só teria um filho se fosse da vontade de Deus… hoje eu digo com toda certeza: Ele me presenteou com o meu milagre.


    Vou contar aos poucos cada fase dessa jornada e compartilhar com vocês minhas experiências sobre a maternidade.


    Até o próximo post.

    Texto: Luana Miguel

  • Aqui você encontra relatos verdadeiros, reflexões sobre a vida, emoções da maternidade madura e tudo o que envolve ser mulher, mãe e recomeçar em uma nova fase da vida.
    Mais do que um site, este é um lugar de conexão, troca e acolhimento — porque cada história importa e nenhuma jornada é igual à outra.

  • Antes de acreditar que o tempo acabou, talvez você precise ouvir uma nova perspectiva — mais real, mais acolhedora e possível.Talvez você já tenha pensado nisso em silêncio.Talvez já tenha escutado de alguém — ou de si mesma — que o tempo passou, que agora ficou mais difícil, que talvez não seja mais o momento.A verdade é que existe uma pressão enorme sobre quando a mulher “deveria” viver certas fases da vida.Mas a vida real não segue prazos perfeitos.Eu engravidei aos 39 anos.E não foi só uma gravidez — foi um encontro com medos, inseguranças, julgamentos… e também com uma força que eu nem sabia que tinha.Ser mãe depois dos 35, 38, 40 ou mais não é atraso.É outra forma de viver a maternidade.Com mais consciência.Com mais histórias.Com mais verdade.E, sim, com desafios também.O medo existe.As dúvidas aparecem.O corpo muda.Mas o amor… ele chega do mesmo jeito. Ou talvez ainda mais intenso.Se você está tentando, pensando ou apenas se perguntando se ainda dá tempo…Esse espaço é pra você.Aqui, não existe certo ou errado.Existe acolhimento, informação e histórias reais.Porque cada mulher tem seu tempo.E nenhum tempo é tarde demais para viver algo que faz sentido para o coração

  • Eu engravidei aos 39 anos.E a maternidade chegou de forma intensa, transformadora… daquelas que mudam tudo por dentro.Quando meu filho tinha apenas dois meses, eu completei 40 anos.E foi impossível não perceber: ali também nascia uma nova versão de mim.Ser mãe nesse momento da vida é diferente.Não melhor, nem pior — apenas mais consciente, mais sentida, mais profunda.É carregar certezas e dúvidas ao mesmo tempo.É ter vivido muito… e, ainda assim, se sentir completamente nova diante de um amor que a gente não sabia que existia.Foi dessa vivência real, imperfeita e cheia de descobertas que nasceu o Quarenta e Mãe.Este espaço não é só sobre mim.É sobre todas nós.Sobre mães em diferentes fases.Sobre mulheres que sonham, tentam, esperam.Sobre histórias que nem sempre são ditas, mas que precisam ser acolhidas.Aqui, você vai encontrar informação, mas também verdade.Acolhimento, mas também identificação.Sem julgamentos. Sem perfeição. Sem filtros irreais.Porque a maternidade não tem uma idade certa.Mas ela transforma — em qualquer fase da vida.Seja bem-vinda ao Quarenta e Mãe.Esse é só o começo.